Estrutura do viveiro
O Viveiro Municipal Horto Florestal, inaugurado em Mariana, possui uma área total de 1.700 m² voltada para a produção de mudas. Esta estrutura foi desenvolvida através de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a empresa Cedro Mineração. A instalação conta com equipamentos essenciais para o cultivo, como casa de sombra, sistema de irrigação e áreas específicas para rustificação e drenagem.
A casa de sombra é responsável por abrigar as mudas em suas etapas iniciais, enquanto o sistema de irrigação garante o fornecimento adequado de água. O espaço destina-se a atender as necessidades de cultivo e manejo das plantas, permitindo um acompanhamento eficaz desde a germinação até a preparação das mudas para o plantio em áreas externas.
Objetivos de produção
A capacidade de produção do Viveiro Municipal Horto Florestal é estimada em cerca de 6 mil mudas por ano, focando especialmente em espécies nativas da Mata Atlântica. Esse cultivo está alinhado com as iniciativas de preservação ambiental e recuperação de ecossistemas na região de Mariana, visando não apenas a arborização, mas também a restauração de áreas verdes e nascentes.
Além de fornecer mudas para ações de recuperação, o viveiro também será um suporte para projetos educacionais que promovam a consciência ambiental. As mudas produzidas servirão para diferentes propósitos, como arborização urbana, recuperação de habitats naturais e a promoção da educação ambiental dentro da comunidade.
Educação ambiental e preservação
O Viveiro Municipal Horto Florestal foi projetado não apenas para a produção de mudas, mas também como um espaço educativo. O local pretende ser um centro para atividades que envolvam a conscientização e o aprendizado sobre a importância da preservação ambiental. A ideia é aproximar a população do conhecimento sobre cultivo de plantas e cuidado com a natureza.
Atividades educativas no viveiro permitirão que os visitantes compreendam melhor a relevância da conservação do meio ambiente. Dessa forma, Mariana não apenas amplia sua capacidade de produzir mudas nativas, mas também contribui para formar cidadãos mais conscientes e engajados na causa ambiental.



