O Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), publicou em 19 de outubro de 2026 edital de concurso público com 98 vagas para Pesquisador Científico I-A. Segundo o IPA, a seleção busca reforçar a capacidade de pesquisa ambiental do Estado de São Paulo.
A abertura do concurso está relacionada à modernização da carreira de pesquisador científico no Estado. O edital foi publicado pelo Governo de São Paulo, e a iniciativa integra a implementação da Lei Complementar nº 1.435/2025.
Os profissionais selecionados atuarão em unidades do IPA na capital paulista: Horto Florestal, Vila Mariana e Jardim Botânico. A seleção contempla áreas de pesquisa ligadas às atividades do instituto.
O reforço do quadro técnico tem como objetivo ampliar a produção de conhecimento que subsidia políticas públicas ambientais. Entre os temas abrangidos estão a conservação de recursos naturais e os desafios climáticos.
Vagas, remuneração e locais de atuação no IPA
O concurso do IPA oferece 98 vagas para Pesquisador Científico I-A, cargo destinado a profissionais com formação de nível superior. Essa escolaridade é o requisito informado para as oportunidades no edital.
A remuneração inicial prevista para o cargo é de R$ 9.052,47. O valor corresponde ao início da carreira de Pesquisador Científico I-A.
A Fundação Vunesp é responsável pela organização da seleção e receberá as inscrições. O edital estabelece taxa de inscrição de R$ 150.
Áreas de pesquisa e valorização da carreira científica
As vagas abrangem linhas de pesquisa como Conservação da Biodiversidade e Qualidade Ambiental, Gestão de Riscos e Desastres e Restauração Ecológica. Também estão incluídas atividades de recuperação de áreas degradadas.
O edital contempla ainda Uso Sustentável de Recursos Naturais, Bioeconomia e Bioprospecção. Águas superficiais e subterrâneas também aparecem entre os temas de pesquisa do instituto.
Segundo o diretor do IPA, Marco Aurélio Nalon, a entrada de pesquisadores deve ampliar a capacidade do instituto de responder a demandas estratégicas da sociedade e do poder público. Ele relaciona o trabalho da equipe à produção de conhecimento para o planejamento ambiental e a gestão sustentável dos recursos naturais do Estado.
A Lei Complementar nº 1.435/2025 atualizou a estrutura da carreira para valorizar os profissionais e otimizar a gestão do corpo técnico. De acordo com o Governo de São Paulo, a mudança também busca ampliar a capacidade estadual de enfrentar desafios ambientais complexos e apoiar decisões de planejamento territorial.



